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Pós Fusion 1980/90Mais atividade do que nunca
Brad Mehldau Os estilos mais tradicionais estilos de jazz, dixieland, classic jazz New Orleans continuaram a prosperar em seus próprios caminhos e negócios, através de incontáveis festivais de fins de semana, gravação em selos como Stomp Off, Jazzology, GHB e Arbors e uma publicação mensal, The Mississippi Rag. O Mainstream jazz (modernos combos de swing) diminuiu muito seu espaço de mercado durante os anos 60, mas na metade dos 70 fez o seu retorno através de selos como Chiaroscuro e Pablo de Norman Granz. A entrada em cena do tenorista Scott Hamilton e do trompetista Warren Vache no final dos anos 70(precedendo Wynton Marsalis em alguns anos) foi um grande choque, não somente pela criatividade do duo tocando num estilo sw swing prebop, mas pelo fato de estarem na faixa dos vinte anos! Desde essa época, emergiu uma geração de jovens instrumentistas de swing (incluindo o trombonista Dan Barrett, o clarinetista-tenor Ken Peplowski, o trompetista Randy Sandke, o baterista Hal Smith e o guitarrista Howard Alden) para se unirem a veteranos como o guitarrista-cantor Marty Grosz, o pianista Ralph Sutton e o trompetista Ruby Braff, para conservarem o estilo de 30, vivo e passando bem. O selo Concord tem regravado vários álbuns da época mostrando como era o mainstream jazz e seu outro selo. Picante está voltado para o Latin jazz (Tito Puente, Poncho Sanchez e Ray Barretto). Acrescente-se a esses estilos,o jazz dos anos 90 executado por muitas big bands modernas. Ao contrário dos primeiros tempos das orquestras de jazz que excursionam o tempo todo, apenas poucas bandas, hoje em dia, deixam a sua base, e são lideradas por bandleaders que também são arranjadores e compositores. Entre eles podemos citar, Rob McConnell, Gerald Wilson, Bill Holman, Bob Florence, Toshiko Akyoshi, Maria Schneider e Carla Bley.
James Carter Apesar do jazz não ter recuperado seu espaço na música popular americana, hoje existe mais atividade do que nunca, na história do jazz, havendo uma grande produção de Cd´s. Possivelmente, o melhor exemplo do jazz dos anos 90 é o saxofonista James Carter, um prendado e jovem músico, que tem mostrado habilidade em tocar criativamente, cada estilo de jazz, indo de New Orleans jazz, swing para o bop e a vanguarda. Seus solos são carregados de criatividade e originalidade, buscando na fonte da tradição; outras vezes os solos são modernos, explosivos e impacientes, mas sempre buscam a novidade, sempre fugindo das facilidades e dos clichês. Jazz no que há de melhor!
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